Mostrar mensagens com a etiqueta Português. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Português. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 29 de novembro de 2011

12 anos

Pois é, parabéns a mim por aturar a Xana durante tanto tempo. :-)

Tem sido uma jornada e pêras. Vale a pena, mesmo.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Teste em 2011

Estou a escrever a partir do meu telemóvel. Claramente estamos em 2011. :-)
No ano que se passou desde a última mensagem não se passou nada se não contarmos vários acontecimentos como o nascimento da Sara.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Interessante: Vivian Maier - Her Discovered Work

Enquanto lia o Internet Scout Report encontrei uma referência à obra de uma fotografa de rua quase desconhecida cujo trabalho só parece estar a ser verdadeiramente apreciado depois da sua morte em 2009.

O trabalho pode ser apreciado blog criado para o efeito pelo caramelo que comprou o espólio num leilão em Chicago onde ela morou a maior parte da sua vida.

São fotografias muito interessantes e que de alguma forma me fazem lembrar a poesia do Fernando Namora.

sábado, 25 de setembro de 2010

Determinação da variação global do nível do mar

Não, não é um meu trabalho mas antes a apresentação da Xana.

Aqui está a apresentação em vídeo.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vila Moleza

Para quem não sabe o que é a Lazy town, em português Vila Moleza, a wikipedia dá uma boa ajuda.

Eu sei que o Xico (o mais novo dos sobrinhos) gosta, como aliás todos os outros. O programa é mexido, tem ritmo e a mim, para além destes atributos, também interesse pela combinação de efeitos especiais, bonecos e encenação que usa.

Esta semana tenho tomado o pequeno almoço com os primeiros episódios da série (que não tinha visto em Portugal) e aparentemente ao almoço fui influenciado pela série. Em vez de comer o peixe (bacalhau no caso) com umas batatas fritas (o tradicional fish and ships) comi com salada e e vegetais.

Decididamente também me deixo influenciar pelas séries de televisão tal como os miúdos. :-)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

100 coisas para fazer no fim de semana sem gastar mais um tostão

É este grosso modo o apontador partilhar pela Xana.
Acho que em português o nome fica melhor por causa do jogos de palavras entre o 100 (cem) e o sem (nada).

Um dos itens da lista que me agradou foi a sugestão de jogar jogos de tabuleiro. Há um particular que eu tenho e que gostava de experimentar. O jogo é o The Settlers of Catan (Descobridores de Catan).

Agora só preciso, através da minha natural persuasão, de convencer uns voluntários para o jogarem. Não deve ser difícil. :-)

domingo, 29 de agosto de 2010

Passeio de domingo em Dublin

Aproveitei também hoje para passear nos arredores.
Esta semana vai estar bom tempo assim como hoje também está apesar de, de manhã, ter ameaçado e terem mesmo caído uns salpicos.

Foi engraçado notar, tal como já tinha verificado há uma semana que agora há supermercados abertos ao domingo, e todo o dia, enquanto que há cinco anos fechavam quase todos ao meio-dia de sábado.

Quais foram então as lojas que eu encontrei abertas, pubs/cafés, supermercados.. até aqui tudo bem, estão relacionadas com a alimentação que é uma necessidade diária, e... casas de apostas. Apostas em corridas de cavalos outros resultados desportivos, lotarias e afins.

É de facto uma questão de definição das necessidades essenciais. ;-)

sábado, 28 de agosto de 2010

Relatos da Irlanda

Estou desde a semana passada em Dublin em trabalho.Aproveito esta mensagem para uma ligeira correcção à mensagem da Xana que acabei de citar, o jogo na semana passada não era de rugby mas sim de futebol gaélico, que não é nem futebol nem é rugby mas uma combinação das duas modalidades.

A wikipedia tem uma entrada quer em inglês quer em português. Esta modalidade tem uma baliza (!?) à falta de melhor nome é isso que lhe vou chamar que é uma combinação de uma baliza de futebol, com redes e tudo, com os postes (acima da baliza) do rugby. Este jogo é praticamente só jogado na Irlanda, ou melhor há uma outra versão jogada na Austrália com regras ligeiramente diferentes. De modo que quando equipas de ambos os lados se encontram adoptam um outro conjunto de regras que são as regras internacionais. Simples, não é?

Igualmente muito popular é o hurling, e depois há sem dúvida o futebol. Estes caramelos podem não ter grandes equipas mas junto com as duas modalidades anteriores são aquelas que eu vejo a serem jogadas nos imensos parques (verdes) que aqui existem.

E por entre as minhas deambulações e passeios a pé já passei por mais de uma dezena apenas aqui nas proximidades.

Depois de uma longa jornada o objectivo é alcançado (quaterniões)

O tesouro escondido
Depois da demanda da semana passada descrita no blog da Xana lá consegui por fim alcançar o tesouro escondido.

Aliás foi mais fácil do o que estava à espera, o que foi um problema. :-)

Do mesmo modo que a Xana se perde naturalmente eu, naturalmente, encontro o caminho mesmo sem saber como é uma espécie de intuição. Pois hoje olhei rapidamente para o mapa e saí de casa, passeei um pouco aqui à volta e decidi-me a procurar o local procurado.

Para que conste o local procurado tem como coordenadas: 53.373016 N e 6.299931 W.

Decidi nesta busca não usar GPS (muito fácil de outro modo) e lá segui o caminho que me pareceu o mais correcto, compensado aqui e ali o que julgava ser desvios ao percurso.

Já sabia que o meu objectivo ao deslocar-me para sul era o de encontrar o Royal Canal, uma vez que a Broom Bridge atravessa simultaneamente o canal e a linha de combóio. A fotografia que aparece na wikipedia mostra precisamente a linha férrea.

Depois de caminhar um pouco lá encontrei uma ponte sobre o canal, subi e fui até ao meio da ponte e procurei uma placa com as que se encontram nas pontes sobre o Lifey. Nada, nem de um lado, nem do outro. Certo, nem sempre se consegue o que deseja à primeira. :-)

Imaginei então que o mais provável seria a dita ponte estar perto mas mais a Oeste. Foi isso que fiz, sem olhar para trás meti-me ao caminho. Continuei ao longo do canal à procura de pontes de pedra (um pormenor crucial) e assim o fiz até à estação de comboios de Ashtown. Perplexo, mas não desanimado resolvi que definitivamente a ponte não estaria a oeste mas ligeiramente mais a este do ponto inicial.

Empreendi o caminho de regresso, até ver a ponte onde eu entrei no canal. À medida que me aproximava da ponte vindo de oeste reparei que havia uma placa no lado exterior(!) da ponte. Quando cheguei perto foi o cenário da fotografia que encontrei.

Moral da história, vale sempre a pena olhar para trás na História e às vezes também na Geografia.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Quivive

Esta semana estive a experimentar (pela primeira vez) um jogo que a Xana me ofereceu há anos.

O jogo chama-se quivive, que em inglês quer dizer alerta (através de uma evolução histórica interessante e reveladora da relação entre os franceses e os ingleses).

O jogo Quivive é feito em madeira, um aspecto sempre interessante por causa da sensação táctil que lhe está associada. As regras são relativamente simples e cada jogo é rápido (10 a 15 minutos).

O objectivo do jogo é o de ir removendo peças para bloquear o adversário que salta entre as diferentes peças como uma rã a salta entre flores de lótus. Em cada jogada o peão do jogador tem que deslocar para uma casa adjacente (vizinhança de Moore), qualquer uma das seis que rodeiam a casa desde que tenha uma dama (a folha de lótus) e não esteja ocupada por um peão adversário. Não vale saltar como no tradicional jogo das damas.

Quando um jogador não tem mais casas livres uma vez que tem que se mover afoga-se. Se conseguir mudar-se para uma casa adjacente com uma dama então pode retirar uma dama do jogo desde que essa casa não esteja ocupada com um peão adversário. Por isso uma vez que em cada jogada é retirada uma peça (há cerca de 50 no total) o jogo termina sempre com uma vitória (não há empates).

Ah, e já me esquecia (convenientemente) mas embora por pouco perdi os três jogos com a Xana (uma versão de dois contra dois em que cada jogador controla dois peões). É a vida. :-)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A segunda guerra mundial na primeira pessoa

Depois de uma maratona de leitura acabei de ler http://www.gallagher.com/ww2/index.html

Esta história (publicada em livro) relata a vida de um soldado americano (GI) médio durante a segunda guerra mundial. É uma experiência de vida muito honesta e interessante.

Ajuda a por muitas coisas em perspectiva e dá que pensar. Gostei da leitura e recomendo igualmente.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Where no man has gone before

Acabei no mês passado de ver toda a série "Star Trek: Entrerprise".
Esta série passa-se cerca de 100 anos antes da série original, ou seja, por volta do ano 2150. Esta série retrata os primeiros anos da exploração espacial e do advento daquilo que virá a ser no universo ficcional do Star Trek da Federação dos Planetas Unidos.

Foi interessante ver agora porque a primeira vez que vi alguns dos episódios foi em 2005, quando estava na Irlanda. Como na altura só tive oportunidade de ver poucos não prestei muita atenção, agora por cabo tive a oportunidade de ver os 95 episódios da série.

Gostei bastante e tive a sensação de que a série começou a melhorar ainda mais para o final excepto o último episódio que é completamente forçado e deslocado.
É frustrante, enquanto espectador, ver o rumo que uma série está a tomar e não poder fazer nada acerca disso. Aliás, como uma consulta da wikipedia sobre a série pode mostrar para além do enredo da série há também todo o enredo dos bastidores da mesma. E qualquer um destes dois enredos vai-se influenciando naquilo que pode ser dúvida ser descrito como uma interacção não-linear.

PS: (2010/08/04) para que não restassem dúvidas esclareci a (não) relação do último episódio com os restantes. Foi um episódio muito forçado e até artificial, ao contrário dos anteriores que tiveram uma narrativa mais fluída.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Leituras de Verão

Estou a ler nesta altura "Einstein & Oppenheimer: o significado do génio" da Editora Bizâncio. É um livro interessante sobre dois grandes físicos e pensadores do século XX assim como a sua posição perante a sociedade.

Houve um parágrafo em particular que me deixou perplexo:
"Oppenheimer rejeitou mais tarde algumas das premissas mais banais e universalistas da Ethical Culture, passando a interessar-se vivamente pelo aspecto volitivo da automodelação na conduta ética."

Com grande pena minha (não!) tive que recorrer ao dicionário.

volitivo - volição (vários significados) poder de escolher ou determinar; arbítrio, vontade

nolitivo - antónimo de volitivo

Para além deste aspecto formal há porém uma ligação interessante e actual entre a conduta ética e a nossa vontade.

Vale a pena ler livros que nos põe a pensar. :-)

Leixão

Do dicionário: 1) Penedo alto e isolado da costa marítima 2) pequena ilha, ilhota

Conhecendo a costa na zona do Porto, Matosinhos e Leça da Palmeira já se percebe porque é que ali fica o Porto de Leixões.


Claramente a semântica é por vezes surpreendente. :-)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Da subida do mar à arquitectura em Bissau, a ciência nacional em injecções de 15 minutos

Directamente do Público - Última hora, um breve resumo do trabalho da Susana. :-)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ómnia

Depois de ter visto a exomologese da Xana achei por bem esclarecer que os seus diálogos são muito mais benignos do que o texto eventualmente poderia sugerir.

Na comunicação as palavras são apenas um dos meios usados, há outros canais aberto, a disposição, o tom e a história. Para além de tudo isso há ainda a simpatia e a empatia, congénitas à Xana (mais do que ela julga).

Por isso é que não se pode julgar a parte pelo todo.

Cânone de Pachebel

Gosto de ouvir música, não toda mas alguma. Não me sento preso a nenhum estilo em particular há músicas que gosto e outras nem por isso.

Há muita música clássica de que eu gosto. Um dos trechos que gosto particularmente é o Cânone de Pachelbel (entrada na wikipedia em inglês).

Na segunda-feira de Páscoa, que passei em casa, ouvi uma série de versões desta música (24 variantes para ser mais exacto). A Xana que estava em casa nesse dia deve ter ficado a pensar qual era o significado de tantas variantes do mesmo tema. Isto é que é ser chato. :-)

Uma das características mais engraçadas desta música é que há centenas de variantes, mesmo com algumas delas muito recentes, há uma versão dos AeroSmith por exemplo.

Ah, e já agora por falar em cânones gosto muito das fugas de Bach, vale a pena ouvir.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Especificidades do meu léxico (1)

Casaco: (s.m.) peça de roupa que se usa no braço em particular quando está chuva e/ou vento.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

(Falta de) Resoluções de Ano Novo

É comum quando um ano entra pedir 12 desejos. Para isso comem-se doze passas uma por cada desejo.

Pois, eu lá comi as passas e desejos não pedi nenhum. Agora que já contei isso significa que eles não se vão realizar, mas se eu também não pedi isso quer dizer que não se vão realizar os desejos que eu não pedi.

O que é que isto tem a ver com a estatística e o livro anterior ilustro a seguir. É uma espécie de gato de  Schrödinger.


Se não se vão realizar os desejos que eu não pedi será que eu posso agora pedir os desejos (atrasados) que eles se vão realizar? A mecânica quântica junto com a não localidade, logo aquilo que eu não desejei no Ano Novo.

Pelo menos as doze passas já cá estão...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Matemático disfarçado

Ao contrário do que disse na mensagem (post) anterior, apesar de ter sido por erro, o livro que acabei de ler é destinado a pessoas que não conhecem ou sequer necessariamente gostam de matemática.

A outra ironia é que o problema foi uma falta de revisão e por pressa eu também não revi o texto o que resultou em várias gralhas. Quem com ferros mata com ferros morre.

O livro é interessante, é um conjunto de histórias simples mas engraçados e capazes de ensinarem matemática sem usarem uma fórmula. As ideias associadas são profundas mas apresentadas num estilo descontraído.

A propósito disso e de uma reunião que tive hoje com uma aluna do Programa Doutoral em Matemática Aplicada (olá Isabel) lembrei-me que as fórmulas matemáticas são, ou podem ser, uma maldição/bênção dependendo de a quem for feita ser pergunta.

As fórmulas surgem como uma tentativa nossa de sintetizar experiências e destila-las em algo mais simples. Evitando que os detalhes da árvore nos impeçam de ver a floresta. As fórmulas são capazes de condensar mais do que as palavras e são, num certo sentido, universais sendo por isso uma linguagem. Uma linguagem com muitos dialectos como alguém que tente ler um artigo de uma área afim poderá atestar.

Como qualquer linguagem exige um esforço de aprendizagem e ninguém nasce ensinado. Nos filmes não parece haver distinção entre uma fórmula e uma runa.

O ponto nesta mensagem já longa está na percepção das fórmulas.

A fórmula é criada capturando a essência de muitos casos particulares, o padrão que emerge do saber anterior.
Como em todas as viagens a piada da coisa não está só no destino está também no caminho. E por isso para entender/saborear uma fórmula é também necessário fazer o percurso de volta. Condensar o sublimado, ou seja, numa prosa menos onírica transformar o caso geral em muitos casos particulares. Com todos estes casos particulares fazemos emergir um novo caso geral, e tal como nas aguardentes repetimos a destilação várias vezes até conseguirmos o licor ideal.

Um diamante é ainda mais bonito quando é lapidado e seguindo esta analogia do mesmo modo as fórmulas precisam de ser trabalhadas para delas se poder perceber a beleza.